Validação de Sistemas Computadorizados conforme Anvisa

Valide sistemas críticos com documentação robusta, rastreabilidade ponta a ponta e total segurança regulatória.

A Kivalita apoia indústrias e empresas reguladas pela Anvisa na validação de sistemas computadorizados que impactam diretamente a qualidade, rastreabilidade, armazenamento, distribuição, produção, rotinas de laboratório, documentação, controle de temperatura, gestão de qualidade e decisões GxP. Proteja sua infraestrutura digital contra apontamentos em auditorias e garanta a integridade de seus dados.

Lista de Sistemas Validáveis

Quais Softwares e Sistemas Demandam Validação na Sua Empresa?

Se a sua operação utiliza plataformas digitais para gerenciar processos regulados, elas precisam estar em conformidade. Atuamos na validação de uma ampla gama de soluções mercadológicas e corporativas:

 

• ERP (Ex: TOTVS, SAP): Gestão integrada corporativa com impacto direto em lotes, faturamento e rastreabilidade GxP.

 

• WMS: Sistemas de gerenciamento de armazém, controle de estoque, expedição e cadeia fria.

 

• LIMS: Sistemas de gerenciamento de informações laboratoriais e automação de controle de qualidade.

 

• GED / eQMS: Plataformas de gerenciamento eletrônico de documentos e sistemas de gestão da qualidade.

 

• Monitoramento de Temperatura: Softwares críticos de controle térmico contínuo para armazenamento e transporte.

 

• Planilhas Críticas: Planilhas de cálculo e automação (Excel) utilizadas em tomadas de decisão reguladas.

 

• Sistemas de Manutenção e Calibração: Softwares de controle patrimonial técnico, calibrações e ordens de serviço.

 

• Plataformas SaaS: Soluções em nuvem integradas aos processos de manufatura, garantia da qualidade ou regulatórios.

 

Riscos de Não Validar

As Consequências Ocultas de Operar com Sistemas Não Validados

Negligenciar a validação GxP de suas ferramentas digitais gera vulnerabilidades que vão além da TI. Sem conformidade, sua empresa enfrenta:

 

• Sanções e Interdições: Autos de infração emitidos pela Anvisa por falta de rastreabilidade e controle de mudanças.

 

• Perda de Integridade de Dados: Vulnerabilidade à adulteração, exclusão de dados ou falta de uma trilha de auditoria (audit trail) confiável.

 

• Atrasos em Registros de Produtos: Dossiês eletrônicos recusados ou travados devido a softwares sem o devido status validado.

 

• Insegurança Operacional: Dependência excessiva de rotinas manuais passíveis de erros humanos graves na produção e laboratório.

 

Framework Técnico

Alinhamento Rigoroso com os Padrões Globais de Validação

Nossos protocolos e entregáveis seguem estritamente as diretrizes nacionais e internacionais mais exigentes do setor regulado, garantindo uma abordagem técnica de alta performance:

 

• Anvisa: Resoluções aplicáveis a Boas Práticas (RDC 658, RDC 430, entre outras).

 

• GAMP 5 (Segunda Edição): Guia mundial para abordagem baseada em risco para sistemas computadorizados.

 

• FDA 21 CFR Part 11 / EudraLex Annex 11: Normativas para registros eletrônicos e assinaturas digitais.

 

• ALCOA+: Garantia absoluta de dados Atribuíveis, Legíveis, Contemporâneos, Originais, Precisos, Completos, Consistentes, Duradouros e Disponíveis.

 

• CSA (Computer Software Assurance): Abordagem moderna com foco em testes de uso pretendido e redução do excesso de burocracia documental.

 

Método em 5 Fases

Método Kivalita: As 5 Fases para Garantir o Estado Validado dos Seus Sistemas

Nosso framework transforma o escopo regulatório em uma jornada previsível, ágil e focada em resultados reais:

 

• Fase 1: Quick Gap Analysis VSC (Diagnóstico Ágil)
Mapeamos seu inventário de sistemas, avaliamos a criticidade, o uso pretendido, a documentação existente, os riscos iminentes e as pendências regulatórias.

 

• Fase 2: Planejamento e Especificação Estruturada
Construímos a estratégia documental robusta, consolidando o Plano de Validação, Especificação de Requisitos do Usuário (URS), Análise de Risco detalhada e a modelagem da Matriz de Rastreabilidade.

 

• Fase 3: Execução de Testes e Coleta de Evidências
Colocamos a estratégia em prática através das Qualificações de Instalação, Operação e Desempenho (IQ/OQ/PQ) ou abordagens baseadas em CSA, registrando evidências e gerenciando desvios.

 

• Fase 4: Relatório Final e Status Validado
Consolidação técnica do ciclo de vida do projeto. Entregamos o Relatório de Encerramento com a amarração final da Matriz de Rastreabilidade, atestando formalmente o status validado perante as inspeções.

 

• Fase 5: Continuous K (Manutenção do Estado Validado)
Monitoramento contínuo da sua operação digital por meio do controle de mudanças, revisões periódicas de sistemas, gestão de CAPAs associadas e treinamentos contínuos para manter o compliance ativo.

 

IVA•K: A Próxima Geração da Automação de Evidências e Validação GxP

Conheça a iniciativa da Kivalita para transformar validações complexas de sistemas em jornadas ágeis e auditáveis. O módulo de VSC/CSA projetado para o IVA•K integra URS, gerenciamento de riscos, execução de testes digitais, matrizes de rastreabilidade automáticas e relatórios estruturados em um só ecossistema, eliminando o retrabalho gerado por planilhas paralelas e documentos dispersos.

Quer saber se seus sistemas estão validados conforme a expectativa regulatória?

Evite apontamentos em auditorias e proteja a integridade dos dados da sua empresa. Preencha os dados do seu cenário e faça um Quick Gap Analysis VSC guiado pelos nossos especialistas.

A quem se destina

Empresas dos segmentos Farmacêuticos, Cosméticos, Químicos, correlatos, saneantes, veganos e qualquer produto de uso humano ou animal regulamentados pela Anvisa ou MAPA, sendo o porte de:

Qual a melhor opção para sua empresa?

Com a validação, garantimos tudo o que sua empresa precisa para confiar no sistema na integridade dos dados, funcionalidades, backup e restore, além dos benefícios da segurança em não perder os dados.

Perguntas Frequentes sobre Validação de Sistemas Computadorizados (VSC/CSV/CSA)

Qual é a diferença entre CSV e CSA perante as exigências da Anvisa?

A principal diferença entre CSV e CSA Anvisa está no foco do esforço de validação. O tradicional CSV (Computerized System Validation) foca excessivamente na geração de evidências e documentação massiva para fins de auditoria. Já o CSA (Computer Software Assurance) é uma abordagem moderna que prioriza o pensamento crítico e testes práticos baseados no uso pretendido e no risco do sistema. A Anvisa aceita abordagens otimizadas alinhadas ao GAMP 5, permitindo que as empresas adotem o CSA para reduzir burocracias e acelerar prazos, desde que a integridade dos dados e o estado validado sejam garantidos.

Qualquer software, sistema ou planilha computadorizada que impacte diretamente a qualidade do produto, a segurança do paciente ou a integridade dos dados regulados deve ser validado. Isso inclui sistemas corporativos como ERP (TOTVS, SAP), gerenciadores de armazém (WMS), sistemas laboratoriais (LIMS), softwares de controle eletrônico de documentos (GED/eQMS), sistemas de monitoramento de temperatura da cadeia fria, além de planilhas críticas de Excel utilizadas para liberar lotes, cálculos ou tomadas de decisão.

O status de um sistema não é estático; a validação não termina com a entrega do relatório final. O estado validado significa garantir que o software permaneça em total conformidade mesmo após atualizações, mudanças de infraestrutura, alterações de processos ou inclusão de novos usuários. O ecossistema Continuous K da Kivalita realiza esse monitoramento contínuo por meio do controle estrito de mudanças, revisões periódicas do sistema, gerenciamento de desvios e CAPAs associadas, além do treinamento recorrente da equipe operacional.

Durante todo o ciclo do método Kivalita (da URS à execução de testes), validamos se o sistema atende aos critérios do ALCOA+. Isso significa auditar e certificar se todos os registros eletrônicos gerados são Atribuíveis (identificam o autor), Legíveis, Contemporâneos (registrados no momento do ato), Originais, Precisos, Completos, Consistentes, Duradouros e Disponíveis. Avaliamos criteriosamente a configuração da trilha de auditoria (audit trail) e os níveis de acesso de segurança para bloquear qualquer risco de perda técnica de dados.

Sim. Mesmo que a infraestrutura seja hospedada por um provedor terceiro (como AWS, Azure ou o próprio fabricante do software), a responsabilidade pelo uso pretendido e pela conformidade regulatória perante a Anvisa é da empresa contratante. Nesses casos, o método Kivalita aplica uma estratégia de qualificação do fornecedor de TI aliada à validação das parametrizações, interfaces e fluxos de dados específicos do seu negócio.

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Temos experiência de sobra em soluções para indústrias farmacêuticas, alimentícias, cosméticas, saneantes e veterinárias.

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